Selinho de Emerson, do Corinthians, repercute na sua Nova Iguaçu: "Maior vacilação"

Amigos e familiares relembram "fase pegador" de Sheik na juventude e comentam reações à foto publicada pelo atleta

Quando Emerson Sheik postou, em seu perfil de uma rede social, a foto dando um selinho no amigo e chef de cozinha Izaac Azar, ele já poderia imaginar que causaria repercussão entre os torcedores do Corinthians. Mas, de acordo com informações publicadas no portal "Extra", a polêmica chegou ao bairro de Jardim Iguaçu, em Nova Iguaçu-RJ, cidade do atacante.

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A irmã de Sheik, Ligia, por exemplo, é dona de uma escola no bairro e citou a religião para explicar a reação da família com a foto postada. "Ele é uma figura pública e tudo que fizer ficará em evidência. Nossa família é evangélica. Sabemos que aquela imagem tem um lado, que foi a brincadeira que ele fez com o amigo. Ele gosta de fazer piada e não tem medo de se expor. Nossa família crê em Deus, não temos preconceitos, mas temos nossos princípios. Para nós, que somos a família dele, é muito fácil entender a foto. Isso não nos afeta, sabemos que ele é homem".

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Ainda assim, Ligia demonstra também preocupação com a integridade física e moral do atacante corintiano. "O que preocupa é que vivemos em um mundo complicado. A torcida do time dele ama e odeia ao mesmo tempo. Ficamos preocupados dele ser agredido verbalmente em um restaurante, por exemplo. O que nos preocupa é o medo da violência".

Ex-vizinhos de Emerson também falaram à reportagem do Extra, como é o caso do frentista Gilson Lima. "Aqui o homem 'pegava' mulher para caramba, namorou uma prima minha. Foi criado com a gente, não deu para entender. Depois de velho, foi se revelar", zomba. Colega de Gilson, Jordan Ramos vai mais além. "O cara sujou o nome da cidade. Como faz uma parada (sic) dessas? Maior vacilação (sic) com Nova Iguaçu. Isso vai ficar ruim mesmo é para o time dele", diz, prevendo um momento difícil de Sheik no Timão.

O pedreiro Jeferson Oliveira, 14 anos mais velho que o jogador, também não perdeu a chance de brincar com a situação. "Jogamos muita bola juntos. Ele já atuava com os mais velhos. Quando criança, ele era brigão, não demonstrava que daria beijo em homem, não", disse.