Apesar de vantagem na ida, presidente do Treze vê Vila Nova como favorito

"Apesar disso, temos que jogar com confiança", disse Eduardo Medeiros

O Treze saiu na frente do Vila Nova-GO na briga pelo acesso à Série B, na última semana, com uma vitória por 1 a 0. Apesar disso, a cúpula do Galo resolveu espantar o excesso de confiança e adotou um discurso de cautela absoluta e respeito ao adversário.

"Sabemos que o Vila Nova é um clube tradicional do futebol brasileiro. Estamos esperando encontrar entre 35 e 40 mil torcedores nos pressionando. Até por isso, temos que jogar com confiança e, mais do que nunca, respeitar o adversário. Eu diria que o favorito, com certeza absoluta, é o Vila Nova", afirmou, enfático, o presidente Eduardo Medeiros.

A partida de volta, no Serra Dourada, está marcada para o próximo domingo (27). Mesmo com a possibilidade de alterações nas datas da competição, por conta do imbróglio envolvendo o cancelamento da partida entre Santa Cruz e Mogi Mirim, o mandatário do clube paraibano não crê que o Treze sofrerá prejuízos.

"Não estamos acompanhando a situação de perto, até porque não acreditamos que nossa equipe sofrerá algum tipo de impacto. É claro que é um inconveniente para todos, mas estamos esperando para ver", disse Eduardo.

Clube segue sem ser notificado judicialmente sobre dívida

Na última semana, o Yahoo! Esporte Interativo divulgou informações sobre um documento que tramitava no Tribunal Regional do Trabalho de Campina Grande-PB. O ofício tratava da execução de uma dívida trabalhista do Treze que supera os R$ 2 milhões; em caso de não-pagamento, o Estádio Presidente Vargas poderia ir a leilão. No entanto, segundo o dirigente, o clube segue sem ser oficialmente notificado a respeito.

"Não temos como falar, porque continuamos sem ter nada oficial. Não fomos notificados. É como já disse: não duvido de nada, porque, desde que assumimos a direção do Treze, o que mais recebemos é notificação da justiça. Mas, por enquanto, não sabemos de nada. Eu diria que a culpa é da lentidão do nosso Judiciário", sentenciou.