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  • Rose operou o joelho direito na última segunda-feira

    A contusão de Derrick Rose deixou a comunidade do basquete triste. Depois de não jogar a temporada 2012/2013 inteira e se recuperar numa lesão no joelho esquerdo para uma volta triunfal, o jogador de 25 anos teve uma lesão no outro joelho e ficará fora de mais uma temporada da NBA - informou o departamento médico do Chicago Bulls. Não sou médico, tampouco especialista em menisco, mas arriscaria afirmar que Rose nunca mais será o mesmo.

    A triste constatação da minha parte leva em consideração a habilidade atlética e explosão demonstrada por Derrick em quadra nos seus primeiros anos na liga. Quando voltar, já com uma cirurgia em cada joelho, imagino que seu estilo de jogo vai ser diferente, infelizmente.

    O camisa 1 do Chicago Bulls foi a primeira escolha no draft de 2008 e, aos 22 anos, se tornou o jogador mais jovem a ganhar o prêmio de MVP (mais valioso). Seu sucesso prematuro inspirou a NBA a pensar numa exceção salarial para jogadores tão bem sucedidos em poucos anos na liga, que

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  • Chicago Bulls e Washington Wizards fizeram o primeiro jogo da NBA no Brasil. Considerações gerais a seguir:

    • O ginásio foi vermelho e preto. Independentemente das vaias pro Nenê, do Washington Wizards, deu pra ver várias camisas antigas e atuais do Chicago Bulls. E durante a partida deu pra ver também.
    • Saldo positivo pelo fator entretenimento. Público exigente (vaiou até o Naldo) se divertiu bastante com mascotes e ações de intervalo.
    • Faltou sensibilidade do Tom Thibodeau em não colocar Rose e Noah nem por 5 minutos. Enfim, não sou médico, mas a galera queria vê-los. Até pediram o "Rôôôôse; Rôôôôse".
    • Os dois times devem fazer boas temporadas, cada um "na sua" (Washington indo aos Playoffs e Chicago Bulls. Se mostraram organizados e focados, principalmente para um jogo "amistoso".
    • A NBA ainda tem alguns passos para dar no Brasil, mas hoje deu UM SALTO importante. Tem que cultivar as sementes plantadas na HSBC Arena.
    • O Brasil precisa aprender a fazer eventos desse porte. Incrível o
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  • Bastidores da NBA no Brasil

    Essa passagem dos jogadores da NBA aqui não poderia passar despercebida. Apesar de ganhar muita grana, os jogadores do Melhor Basquete do Mundo, em geral, são caras simples, simpáticos e que estão muito felizes pela oportunidade de estar aqui. Abaixo, alguns casos engraçados e verídicos que só estando bem perto dos jogadores a gente percebe:

    Em um dos treinos do Chicago Bulls, Jimmy Butler ganhou U$ 200,00 do Taj Gibson acertando um arremesso sentado, do banco de reservas. Ele errou a primeira valendo U$ 100,00 e foi pro "dobro ou nada"; errou de novo, mas foi atrapalhado por uma moça do staff. Na terceira tentativa, acertou! Será que o Taj Gibson vai pagar? OBS: U$ 100,00 pra eles seriam quantos reais pra mim? R$ 0,10?

    A mascote do Chicago Bulls (não era o Benny The Bull) foi brincar com um segurança da HSBC Arena e se deu mal. O cara não quis interagir e ficou de cara emburrada, tipo aqueles guardas da Inglaterra. Isso foi na frente do lugar da imprensa no Dia do Fã, mas rendeu boas

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  • Uma das coisas que mais me intrigou antes da primeira partida da NBA no Brasil é como seria a torcida. O hábito de acompanhar esportes americanos é bem diferente em vários sentidos, com muito destaque para estrutura e facilidade para consumir, mas, principalmente, na hora de torcer. Nada de hino do clube, cantos loucos, ficar em pé e afins. Como diria uma certa escola de samba: nem melhor, nem pior, apenas diferente. Não obstante, passa pelo meu imaginário para que time os brasileiros vão torcer, se é que vão escolher uma equipe e não o espetáculo.

    A resposta para a primeira questão (como vai ser o comportamento nas arquibancadas) só teremos quando a bola subir no HSBC Arena. Mas saber qual time os brasileiros vão apoiar é mais fácil tentar descobrir antes. O contexto é muito simples: de um lado, o Washington Wizards, time sem muita expressão, mas que conta com o brasileiro Nenê, que, apesar de qualquer ressalva por conta de sua escolhas envolvendo a seleção nacional, é muito

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  • O mundo dá voltas…

    Nesta semana, o astro Shaquille O’Neal se tornou sócio do Sacramento Queens, digo, Kings. E como o mundo dá voltas. Shaq em seus tempos áureos de Los Angeles Lakers, ele era o primeiro a comprar a rivalidade da Califórnia e provocar o time da capital, chamando de Queens (rainhas) ao invés de Kings (reis).

    Mesmo assim, o momento que mais me lembro é dele sacaneando Vlade Divac, como mostra o vídeo abaixo:

    Bom, nada como um dia Após o outro. E boa sorte ao Shaq! A época em que o Sacramento Kings era forte foi uma das mais legais da NBA... Se lembra? Secava ou torcia pro time de Vlade Divac, Peja Stojakovic, Mike Bibby, etc? Deixe seus comentários!

  • De-fen-se! De-fen-se!

    Neste final de semana está rolando a final do 3x3 da FIBA, no Aterro do Flamengo, tradicional point basquetebolístico da cidade do Rio de Janeiro. Em meio ao Rock in Rio, os melhores da modalidade disputam vaga para a final do torneio em Istambul na Turquia (dias 4 e 5 de outubro). Há duas semanas, em Madureira, quem organizou um campeonato de trios foi a NBA.

    Juntas, as entidades estão investindo pesado para colocar o basquete praticado nas ruas dentro Olimpíada. O esporte da bola laranja se espelha no vôlei, que emplacou o esporte disputado "na praia" (deveria se chamar vôlei de areia, já que nem sempre é disputado no litoral) e abriu um precedente para o basquete entrar na maior competição esportiva do planeta, assim como o Beach Soccer e o futsal. O caminho longo e a "briga" entre os diferentes esportes pode ser intensa, como mostrou o caso recente da Luta Olímpica; mas a possibilidade é cada vez maior.

    No começo desse movimento, confesso que não dei muito bola, descrente da

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  • Turismo? O basquete nunca para!

    Vocês devem ter percebido que o blog ficou meio parado. Foi por um ótimo motivo: minhas férias. Mas como bom fã de basquete que sou, não deixei de reparar como cada país se relaciona com o esporte de bola laranja. Nesse post de reestreia, vou falar um pouco sobre curiosidades de alguns países europeus.

    Dubrovnik (Croácia). Além da gravação de Game of Thrones, a quadra da cidade também tem estilo.

    Meu primeiro destino foi a Croácia. Como você deve imaginar, o país com bandeira parecida com um pano de prato tem muita tradição no basquete, haja vista Dražen Petrović (fiz uma visita no museu dele. Clique aqui e veja detalhes do museu Dražen Petrović), Toni Kukoč, Dino Rađa e cia. Eu fui em três cidades: Dubrovnik, Split e Zagreb. Na primeira, só vi uma quadra no meio da cidade antiga e olhe lá. Mas em Split todo mundo valoriza o esporte e o exemplo disso são as marcas de atletas nascidos lá que já ganharam medalha olímpica na orla da praia. Imagina isso no Brasil! Seria muito bacana.

    Derrick Rose, letárgico

    Em Zagreb, o turismo ficou de lado e tive um encontro com um tal de Derrick Rose. O ex-MVP
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  • Ausência no Blog

    Sei que não tenho postado tanto assim. Mas ess post é só para dar uma satisfação a todos.

    Estarei de férias durante o mês de julho e não irei postar a não ser que algo de muito extraordinário aconteça. Vou postar bastante no twitter e facebook, mas poucos temas relacionados a basquete.

    Até agosto!

  • Kobe Bryant está no Brasil pela primeira vez. Depois de um evento relacionado com basquete em São Paulo, ele tratou de visitar o jogo mais badalado da Copa das Confederações (Brasil x Itália em Salvador) e, no Rio de Janeiro, um evento de futebol de rua com Ronaldinho Gaúcho.

    Neste último, fui acompanhar com a equipe do Esporte Interativo e pude fazer duas perguntas: uma sobre os boatos de Dwight Howard e Chris Paul jogando juntos (e longe do Los Angeles Lakers) e outra sobre o ranking dos jogadores após a cirurgia dele. Nada demais, infelizmente. Ele parou uns 3 minutos para falar com a imprensa, bem menos do que esperava.

    Na primeira resposta, ele deu aquela frase padrão de “como jogador, tudo que se pode fazer é se preparar muito para estar bem quando a temporada começar”. Confesso que tinha esperança dele falar algo do tipo “foi uma vergonha! A NBA vetou o CP3 de jogar comigo e Dwight Howard para agora eles jogaram juntos sem mim. Isso foi um absurdo e prejudicou o LA Lakers

    Saiba mais »de Kobe no Brasil lembrou sua participação em Pequim!
  • Um campeão da NBA se faz com muitos arremessos decisivos. São 82 jogos na temporada regular, somados aos 16 que o time precisa disputar para ganhar o título, o que dá uma boa margem para em alguma oportunidade surgir o “arremesso do título”. Realmente algumas bolas viram históricas, outras se perdem quando os times são derrotados. Nesta temporada, é fácil dizer: a cesta de 3 do Ray Allen, que empatou o jogo 6, foi a mais importante de toda a campanha! Veja!


    Curiosamente, nesta temporada, o San Antonio Spurs também tinha prontinha a sua cesta do título. Relembre!

    É claro que os maiores jogadores da história colaboraram mais com a categoria “arremessos do título”. Mas o legal dessa história toda é que os coadjuvantes normalmente estão mais livres e acham espaço para marcarem seus nomes na história. Abaixo, separei alguns dos meus lances favoritos em finais.

    Steve Kerr: o detalhe é que Michael Jordan confiou no companheiro, já que combinou antes da jogada. Dá pra ver bem nesse vídeo,

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