1. ABC
  2. América-RN
  3. Atlético-MG
  4. Atlético-PR
  5. Bahia
  6. Botafogo
  7. Ceará
  8. Corinthians
  9. Coritiba
  10. Criciúma
  11. Cruzeiro
  12. Flamengo
  13. Fluminense
  14. Fortaleza
  15. Goiás
  16. Grêmio
  17. Internacional
  18. Náutico
  19. Palmeiras
  20. Ponte Preta
  21. Portuguesa
  22. Santa Cruz
  23. Santos
  24. São Paulo
  25. Sport
  26. Vasco
  27. Vitória
  28. Arsenal
  29. Barcelona
  30. Bayern de Munique
  31. Borussia Dortmund
  32. Chelsea
  33. Inter de Milão
  34. Juventus
  35. Liverpool
  36. Manchester City
  37. Manchester United
  38. Milan
  39. PSG
  40. Real Madrid

ATIVIDADES DE AMIGOS

    TOP 10: As maiores viradas de 2012 (7º lugar)

    Nesta quarta-feira, nove gols e uma virada emocionante. Tudo isso, em duelo que começou em um caldeirão às duas da tarde

    7ª - Atlético-PR 5x4 América-MG – Angústia no Ecoestádio

    O Furacão demorou a passar, mas quando chegou veio com tudo e arrastou a toca do coelho para Minas Gerais. No dia seis de outubro, pela 28ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, nove vezes a bola encontrou o caminho da rede. No fim, Atlético Paranaense 5 a 4 sobre o América-MG. Virada espetacular, mas que fez o torcedor da casa sofrer durante quase os noventa minutos. Pelo menos, no fim, o veterano e maior artilheiro em edições da era dos pontos corridos do Brasileirão, Paulo Baier, decretou a vitória do clube rubro-negro paranaense.

    Para começar o drama, o jogo começou às duas da tarde, com o tradicional horário de verão. O sol constante fazia o calor ser intenso e o time do Atlético parece que entrou desmotivado com esse fator. O América Mineiro iniciou a partida no ataque e aos cinco minutos foi premiado pela ofensividade imposta na casa do adversário. Após falta dura sofrida na linha de fundo, a equipe alviverde cobrou rápido e curtinho e levantou a bola na área. A zaga pipocou e o atacante Alessandro mandou para dentro do gol de Weverton. Com o gol, o Atlético partiu para cima e aos 21 minutos Marcelo arranjou um pênalti dentro área. O camisa dez Elias cobrou e deixou tudo igual. No entanto, o Coelho achou que o vento do Furacão não metia medo e foi para cima. Oito minutos depois mais um pênalti, mas para os visitantes. Alessandro chutou forte e rasteiro, marcou seu segundo tento no jogo e recolocou a equipe de Mauro Fernandes na frente.

    O calor, que parecia ser um problema, passou a ser desconsiderado pelas duas equipes. O Furacão voltou a ser ofensivo e aos 38 minutos quem fez calor foi o torcedor atleticano. Depois de um chute forte de João Paulo explodir na trave, Marcelo foi oportunista e igualou o marcador no rebote. Quando o primeiro tempo já era considerado encerrado, o América descolou um contra-ataque e o veterano atacante Fábio Júnior tocou na saída de Weverton. 3 a 2. Era a terceira vez que o Atlético Paranaense ficava atrás no placar. Fim do primeiro tempo. Descanso para os dois times que chegavam ao fim dos 45 minutos iniciais por volta das três da tarde.

    VEJA MAIS:

    - TOP 10: As maiores viradas de 2012 (10º lugar)

    - TOP 10: As maiores viradas de 2012 (9º lugar)

    - TOP 10: As maiores viradas de 2012 (8º lugar)

    Na volta do intervalo, Paulo Baier voltou a campo para reverter o placar. Logo aos 38 segundos ele já se mostrou importante. Após bola enfiada por Wellington Saci, Baier encontrou Marcão e o atacante recolocou o Furacão mais uma vez com o sopro forte na partida. O América-MG desmoronou. Aos 12 minutos, Marcelo recebeu dentro da área, livre, dominou e chutou com tranquilidade e força para bater Neneca. Virada que fazia o torcedor esquecer como o Ecoestádio estava quente. O único calor que importava era o caldeirão que empolgava e assustava o adversário. Apesar da euforia, o time americano encontrou forças aos 31 minutos da etapa derradeira para tentar evitar a derrota. Um jogador caído fez a zaga atleticana parar. O Rubro-Negro reclamava de um lance irregular, mas Fábio Júnior não tinha nada haver com isso. O matador recebeu em condição legal e só girou para deixar tudo igual. A comemoração foi simplória. A impressão era que o calor acabaria com as forças do Coelho.


    João Paulo cometeu lance bobo, levou o segundo amarelo e foi se refrescar no chuveiro mais cedo. A torcida ficou impaciente com razão. Depois de sofrer em grande parte do duelo, o time cedeu o empate e agora corria um enorme risco de ser derrotado, já que tinha menos um no campo do Ecoestádio. O treinador do Atlético-PR, Ricardo Drubscky, tentou corresponder a angústia do torcedor e foi para o tudo ou nada. O camisa dez Elias em duas oportunidades quase marcou, mas o destino estava selado para o verdadeiro cérebro do time e maestro concluir. Já com quatro minutos de acréscimo, com o apito próximo de ser soado, depois de Elias castigar o goleiro Neneca, Paulo Baier aproveitou a sobra e completou de carrinho. 5 a 4 e fim de jogo. Era a consagração do time e do torcedor, que enfrentaram o forte rival e calor, tiveram uma grande recuperação, viraram o duelo e presentearam o clube Atlético Paranaense com a vitória.
    Carregando...