ATIVIDADES DE AMIGOS

    Blog do Radamés Lattari
    • Bruninho, o novo capitão! Decisão acertada

      Conheço o Bruninho desde o dia do seu nascimento! Vi crescendo e sempre foi um fanático pelo esporte. Desde pequeno quando jogava contra o pai, ele queria vencer sempre e toda vez que suspeitava que Bernardo perdia propositadamente se irritava e voltava andando sozinho para casa.

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      Depois, se apaixonou pelo Badminton! Isso mesmo. E, acreditem, foi uma ótima promessa deste esporte até retornar ao vôlei.

      Sempre brinquei, mas torcia de verdade para que ele herdasse a determinação e a leitura de jogo do seu pai e o talento da sua mãe Vera Mossa. Os mais jovens não a viram jogando. Ela, aos 15 anos, integrou a seleção brasileira na Olimpíada de Moscou em 80.

      Vera era uma jogadora igual ao Dante. Um talento e uma facilidade para jogar impressionante, mas eu, exigente, digo que se os dois tivessem se dedicado um pouquinho mais teriam

      Saiba mais »de Bruninho é a melhor escolha!
    • Juliana foi dispensada da seleção brasileiraJuliana foi dispensada da seleção brasileira

      Este post foi escrito por Lívia Mendonça, colaboradora do blog.

      Classificaria como surreal o recente episódio em que a Confederação Brasileira de Vôlei dispensou Juliana da seleção brasileira de vôlei de praia. Alguns atletas falam por si só, não precisam de explicação. Juliana é uma delas: medalha de bronze olímpica, um ouro no Campeonato Mundial, 7 vezes campeã do Circuito Mundial, 5 vezes campeã do Campeonato Brasileiro, dois ouros em Panamericanos e eleita duas vezes a melhor jogadora do mundo.

      O cenário atual veio à tona, após uma série de mudanças impostas na configuração do vôlei de praia brasileiro e mundial. Mudanças feitas que entregam todo poder à Confederação. Me pergunto se para haver mudanças tão drásticas não seria necessária uma reunião com atletas e técnicos em prol de um consenso que privilegiaria o voleibol. Mas isso não foi feito.

      Desde dezembro de 2012, quase a totalidade dos atletas estrangeiros se colocaram contra as novas regras. Kerry Walsh, tricampeã olímpica,

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    • Este post foi escrito por Bruna Dealtry com a colaboração de Lívia Mendonça

      Seis meses após a criação da seleção brasileira de vôlei de praia, a medalhista de bronze em Londres e duas vezes eleita melhor jogadora do mundo, Juliana, decide falar: "Não dá para ter expectativa. Não sei quem é a minha parceira, não sei quando é que vou jogar. Eu não tenho expectativa alguma", diz a bloqueadora.

      Juliana foi convocada novamente para o grupo de elite da modalidade e está no centro de treinamento, em Saquarema, há apenas três dias. Em dezembro do ano passado, a jogadora foi cortada e duramente criticada por não ter comparecido na primeira reunião com a Confederação Brasileira de Voleibol. Quanto a isso, ela rebate: "Na realidade o que aconteceu sobre minha não vinda à seleção soou como algo muito ruim para mim, porque foi como se eu tivesse não dado a mínima para a seleção, e não foi isso. Eu pedi para a Confederação para não me apresentar, mandei um e-mail para eles antes. Enfim, já passou e

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    • Mari pode estar voltando ao vôlei brasileiroMari pode estar voltando ao vôlei brasileiro

      Este post foi escrito Por Lívia Mendonça, colaboradora do blog.

      Segundo apurou o Esporte Interativo, a atacante Mari, que foi campeã olímpica em 2008, teria acertado para defender a equipe do Praia Clube/Uberlândia. A jogadora seria a segunda contratação de peso ao lado da americana Kim Glass.

      Mari chegaria ao Praia Clube após uma temporada no Fenerbahçe da Turquia. A atacante, que pouco jogou na temporada européia, sofreu uma torção no joelho e já foi operada em abril. O prazo de recuperação é de seis meses.

      O time de Uberlândia renovou o contrato da base do time da Superliga passada: Michelle, Monique, a cubana Herrera, Juliana Carrijo, Leticia Hage e Mayhara. Além de ter contratado também as centrais Aline Santos e Natália Martins.

      Por Lívia Mendonça - Jornalista ddo Esporte Interativo.

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    • Rio de Janeiro se preparou com seriedade e jogou para vencer o Sul americano!Rio de Janeiro se preparou com seriedade e jogou para vencer o Sul americano!

      Inicio esse artigo concordando com a maioria: para os atletas e clubes brasileiros, esta competição foi realizada no pior momento possível! Em todos os continentes, esta disputa acontece durante o período regular de calendário destinado aos clubes.

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      No feminino, a grande diferença de categoria entre a equipe brasileira do Rio de Janeiro sobre as demais equipes do continente foi suficiente para garantir uma conquista tranquila.

      Devemos por força elogiar o profissionalismo das atletas e da comissão técnica que encararam a competição com a justa seriedade, mesmo com as ausências das suas duas estrangeiras. A jogadora Natália também demonstrou profissionalismo ao respeitar até o fim o seu contrato, mesmo já tendo acertado sua transferência para Campinas.

      Devido a fragilidade dos adversários o que deu certo no

      Saiba mais »de Calendário atrapalhou os brasileiros no Sulamericanos e mudanças para a Superliga Masculina
    • Atletas olímpicos seguem sem clube na Superliga

      Este post foi escrito por Lívia Mendonça, colaboradora do blog.

      É incrível a quantidade de atletas mais experientes que continuam sem clube para defender na temporada 2013/2014. Daria para formar uma verdadeira seleção. Seguem alguns exemplos: Elisangela, Sassá, Érica, Mari, Paula Pequeno, Fernandinha, Carol Gattaz, Soninha, Giba, Murilo, Ricardinho, Henrique, André Nascimento e Rodrigão. Um plantel de ex e atuais estrelas do voleibol brasileiro. Enquanto isso muitas equipes estão contratando atletas estrangeiros.

      E a pergunta que surge no ar é, por que tantos atletas de qualidade continuam desempregados? Poderia citar: exigência de altos salários, uma juventude que surgiu e ocupou o lugar dos mais velhos, já passou a época deles. Mas também é claro e nítido que poderíamos ter mais times no campeonato nacional, o que suportaria o leque de ótimos jogadores que possuímos em atividade e traria de volta a centena de jogadores que hoje atuam no exterior.

      O poder da juventude já é uma

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    • Carol continuou treinando durante a gravidezCarol continuou treinando durante a gravidez

      Ser atleta é abrir mão de muitas coisas. É treinar exaustivamente, cuidar do corpo, dormir bem, comer na hora certa e descansar, para depois começar tudo de novo. São viagens, confinamentos, acordar em hotéis e países diferentes a cada semana. Eu sei disso com propriedade por já ter sido atleta e ter passado por tudo isso. Outra tarefa muito difícil é sem dúvida ser mãe. Ainda não tenho filho, mas sei que é preciso se doar para um bebê e deixar muitas coisas de lado. Então, como ser uma atleta e ser mãe ao mesmo tempo? Dá para conciliar?

      A jogadora de vôlei de praia, Carol Solberg, está mostrando que é possível. Filha da ex-jogadora Isabel, a carioca teve o primeiro filho em setembro do ano passado e voltou rapidamente às quadras. A atleta teve bom exemplo na família, já que sua mãe conseguiu continuar jogando em alto nível mesmo com quatro filhos. As lembranças da infância acompanhando a matriarca em campeonatos foi apenas uma motivação a mais, Carol sempre teve o desejo de ser mãe e

      Saiba mais »de Carol Solberg vive bom momento após a maternidade
    • Um treino diferente movimentou o Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema, nesta quinta feira. As atletas da seleção feminina de vôlei de quadra, acostumadas com a rotina de aquecimento, testaram uma nova prática: a dança! As jogadoras comandandas por um professor, começaram o treinamento com passos ensaiados e muita risada. Até a comissão técnica entrou na dança. A ponteira Elen me pareceu a mais 'solta' e com ritmo. Confira o vídeo e opine quem você acha que se saiu melhor?

      A seleção está concentrada em Saquarema e inicia um novo ciclo olímpico visando a Olimpíada de 2016. O técnico José Roberto Guimarães optou em convocar, em sua maioria, jovens jogadoras. A próxima competição oficial será o Torneio de Montreaux.

    • A Liga Mundial de Vôlei deste ano apresenta várias novidades! Pela primeira nas 24 edições da Liga Mundial, a competição terá 18 equipes. Em vez de quatro grupos, as melhores seleções do mundo foram divididas em três chaves: A, B e C. Nos grupos, A e B, foram colocadas as 12 melhores equipes de acordo com o perfil do ranking da FIVB de agosto do ano passado; no grupo C estão as quatro melhores seleções na sequência do ranking e mais dois convidados pela FIVB.

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      Cada grupo vai jogar entre si durante um mês e meio. Os dois primeiros colocados dos grupos A e B, o primeiro de C e a anfitriã da fase final, a Argentina, decidem o título em Mar del Plata.

      Grupo A:
      Brasil, Polônia, Estados Unidos, Argentina, França e Bulgária;
      Grupo B: Rússia, Itália, Cuba, Sérvia, Alemanha e Irã;
      Grupo C: Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda, Japão e Portugal.

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    • Defensores se destacam no Circuito MundialDefensores se destacam no Circuito Mundial

      Quem disse que no vôlei só tem lugar para os gigantes? Ledo engano.

      Nas semifinas do Circuito Mundial de vôlei de praia em Shangai, na China, um jogo chamou a atenção. O confronto entre as duplas brasileiras composto por Bruno Schmidt e Pedro Solberg de um lado da quadra e Ricardo e Álvaro Filho do outro, teve como protagonistas dois jogadores baixos para os padrões internacionais.

      O duelo terminou com a vitória de Bruno/Pedro por 2 sets a 1 numa equilibrada partida. Bruno e Alvinho, ambos com 1,85m, deram um verdadeiro show de defesas e bolas bem colocadas no ataque, além dos saques agressivos. Num jogo onde tinham dois dos melhores bloqueadores do Brasil, os holofotes ficaram voltados para os "baixinhos".

      Não podemos esquecer que numa equipe um fundamento só acontece com a ajuda de outro, ou seja, o trabalho dos bloqueadores é fundamental para o posicionamento da defesa, mas é interessante ver que mesmo sem ter o tamanho ideal para um jogador de volei, dois atletas muito habilidosos

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