O Corinthians ganhou o Mundial de Clubes jogando bola. Foi aplicado, eficiente e não fugiu de suas características. Taticamente, a atuação foi quase perfeita. O Timão manteve sua identidade e foi melhor em campo na soma dos noventa minutos.
Também vale registrar a "mãozinha" dada pelo adversário. Rafa Benítez fez uma aposta que não deu certo, ao colocar Moses como titular, que ficou preso pela direita e pouco contribuiu com as jogadas ofensivas da equipe inglesa. Além disso, perdeu poder de marcação com Ramires e Lampard. Oscar só entrou após o gol corintiano. Tarde demais.
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Guerrero foi o nome do título e do torneio. Cássio foi o nome do jogo. Defesas espetaculares no primeiro tempo e uma ainda mais espetacular no finalzinho, cara a cara com Fernando Torres.
Por fim, Tite merece os maiores elogios pela conquista. Treinador que evoluiu espantosamente e trouxe disciplina tática e organização ao futebol brasileiro. Hoje, está muito à frente dos demais que trabalham por aqui. É exceção no medíocre quadro atual de técnicos do país.
