O gesto foi marcante. Todos os noticiários esportivos do dia seguinte deram destaque à festa da torcida corintiana ao término do jogo contra o Boca. Ainda enraivecida com a arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla (e não vem aqui ao caso discutir se estava mal intencionado ou não), a fiel torcida esqueceu a eliminação da Libertadores e reverenciou seus ídolos. Um time que, até aquele instante, havia vencido tudo o que tinha disputado – Brasileirão, a mesma Libertadores, Mundial. A derrota era apenas um detalhe do futebol.
Os jogadores, a caminho do vestiário, diminuíram o ritmo das passadas. Pareciam não entender o que estava acontecendo. Que grito era aquele que vinha das arquibancadas? Era mesmo a torcida cantando, a plenos pulmões, o hino do clube? Aquela mesma torcida que, vira e mexe, cobra, invade treinos, tentar bater em jogadores?? Não, era mais que isso. Era o sócio das organizadas também, mas acima deles era o torcedor comum agradecendo a luta em campo. Emocionado pelo que
Saiba mais »de O agradecimento de Tite à torcida corintiana
